Um, dois, três, pára.
(de novo)
Um, dois, três, pára.
Um, dois, três, pára.
Um, dois, três, pára.
Menino do sorriso cheio
Que me ensina a ser conduzida
E esquecer meu receio
Dos passos da vida
Que ditam
O compasso da batida
Tum Tum Tão
tum tum tão
Tum Tum Tão
tum tum tão
suas costas deslizam
pela minha mão
que se junta à sua
encontram-se os olhos
desata, reata
desce pela nuca
me enlaça,
me rodopia,
tonteia o ritmo
(meu?)
corpo-ação
Tum Tum Tão
tum tum tão
Tum Tum Tão
tum tutum tão
- Quem conduz que erra.
Se culpa.
- Nem sempre. Me desculpa.
(Mas a culpa é sua.)
Um, dois, três, pára.
Um, dois, três, pára.
Um, dois, três, pára.
Um, dois, três, pára.
Sensacional Nájulia!!
ResponderExcluirObrigada, senhor Iago! ;) Volte sempre!
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