Sentimento sombrio
de aspecto frio...
Quando priva o ser,
de ser.
Nuvem nebulosa,
numa tarde qualquer...
Que que deveria ser luminosa,
mas não é.
Como fumaça cinza
que asfixia,
Impede de fazer o que deveria...
Deixa a gente ranzinza.
Por não querer correr risco
de criar um vinco,
de fazer rabisco,
pra evitar um borrão...
Numa folha única escrita a mão
com esferográfica,
letra bonita e caligráfica...
Em busca da perfeição.
Talvez um preconceito,
um pré julgamento insano
Medo de ser humano.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Inventices
Aquilo que invento
Deve ser leve como o vento,
Trazer frescor a mente
Pra germinar semente
Na cabeça do leitor.
Semente sem destino certo,
Sem fruto concreto,
Que como célula totipotente
Assume funções e formas diferentes
De acordo com a necessidade da gente,
Que lê.
Pra ver quais árvores frutíferas surgirão
Depende das vilosidades do chão,
Quanto mais fantasiosa a massa cinzenta
Mais frutas inovadoras e suculentas.
Novas sementes vão surgir
A partir, apenas, daquele sopro incial
De palavras justapostas...
Saídas dum mar de letrinhas borbulhantes
Como borboletas flutuantes
Sem um ponto final
ilimitadas a voar por ai...
Deve ser leve como o vento,
Trazer frescor a mente
Pra germinar semente
Na cabeça do leitor.
Semente sem destino certo,
Sem fruto concreto,
Que como célula totipotente
Assume funções e formas diferentes
De acordo com a necessidade da gente,
Que lê.
Pra ver quais árvores frutíferas surgirão
Depende das vilosidades do chão,
Quanto mais fantasiosa a massa cinzenta
Mais frutas inovadoras e suculentas.
Novas sementes vão surgir
A partir, apenas, daquele sopro incial
De palavras justapostas...
Saídas dum mar de letrinhas borbulhantes
Como borboletas flutuantes
Sem um ponto final
ilimitadas a voar por ai...
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